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	<title>livros de cabeceira</title>
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	<description>notas dos livros que ainda não foram para a estante. este blog é um arquivo pessoal de passagens dos livros que ando lendo. uma espécie de registro para não esquecer.</description>
	<pubDate>Sun, 30 Mar 2008 18:11:06 +0000</pubDate>
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		<title>MUDAMOS!</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Mar 2008 18:11:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tiago</dc:creator>
		
		<category>índice</category>

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		<description><![CDATA[agora este blog se encontra neste endereço: http://umlugar.sushi.st/cabeceira/
obrigado pela compreensão e te esperamos lá! 
beijos! 

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>agora este blog se encontra neste endereço: <a title="Um lugar - Livros de Cabeceira" href="http://umlugar.sushi.st/cabeceira/">http://umlugar.sushi.st/cabeceira/</a></strong></p>
<p><strong>obrigado pela compreensão e te esperamos lá! </strong></p>
<p><strong>beijos! </strong>
</p>
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		<title>Coisas de não.</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Aug 2007 01:27:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tiago</dc:creator>
		
		<category>morte e vida severina</category>

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		<description><![CDATA[&#8220;— Finado Severino,
quando passares em Jordão
e o demônios te atalharem
perguntando o que é que levas&#8230;
— Dize que levas somente
coisas de não:
fome, sede, privação.&#8221;
Morte e Vida Severina,

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			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;— Finado Severino,<br />
quando passares em Jordão<br />
e o demônios te atalharem<br />
perguntando o que é que levas&#8230;</p>
<p>— Dize que levas somente<br />
coisas de não:<br />
fome, sede, privação.&#8221;</p>
<p>Morte e Vida Severina,
</p>
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		<title>É a morte de que se morre de fome um pouco por dia.</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Aug 2007 01:17:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tiago</dc:creator>
		
		<category>morte e vida severina</category>

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		<description><![CDATA[&#8220;E se somos Severinos
iguais em tudo na vida,
morremos de morte igual,
mesma morte Severina:
que é a morte de que se morre
de velhice antes dos trinta,
de emboscada antes dos vinte
de fome um pouco por dia
(de fraqueza e de doença
é que a morte Severina
ataca em qualquer idade,
e até gente não nascida).&#8221;
Morte e Vida Severina,

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;E se somos Severinos<br />
iguais em tudo na vida,<br />
morremos de morte igual,<br />
mesma morte Severina:<br />
que é a morte de que se morre<br />
de velhice antes dos trinta,<br />
de emboscada antes dos vinte<br />
de fome um pouco por dia<br />
(de fraqueza e de doença<br />
é que a morte Severina<br />
ataca em qualquer idade,<br />
e até gente não nascida).&#8221;</p>
<p>Morte e Vida Severina,
</p>
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		<title>Morte e Vida Severina.</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Aug 2007 01:12:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tiago</dc:creator>
		
		<category>índice</category>

		<category>morte e vida severina</category>

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		<description><![CDATA[
Morte e Vida Severina / João Cabral de Melo Neto
- São Paulo: Nova Fronteira, 2006.
167 páginas
Depois de ler &#8220;Poeta e a Mídia - Carlos Drummond de Andrade e João Cabral de Melo Neto&#8221;, onde são apresentadas comparações entre estes dois autores, fiquei instigado para ler alguma coisa de João Cabral de Melo Neto. Drummond é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="image37" alt="Morte e Vida Severina" src="http://www.sushi.st/cabeceira/wp-content/uploads/2007/08/morteevidaseverina.jpg" /></p>
<p>Morte e Vida Severina / João Cabral de Melo Neto<br />
- São Paulo: Nova Fronteira, 2006.<br />
167 páginas</p>
<p>Depois de ler &#8220;Poeta e a Mídia - Carlos Drummond de Andrade e João Cabral de Melo Neto&#8221;, onde são apresentadas comparações entre estes dois autores, fiquei instigado para ler alguma coisa de João Cabral de Melo Neto. Drummond é um dos meus preferidos, vou tentar entender o seu oposto: o lado mais racional e estético da poesia brasileira. E começo pelo clássico: Morte e Vida Severina.
</p>
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		<title>Os alemães metafísicos - de nascença.</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Aug 2007 04:15:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tiago</dc:creator>
		
		<category>da terra à lua</category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Isto não deve espantar ninguém: os ianques, esses primeiros mecânicos do Mundo, são engenheiros, como os italianos são músicos e os alemães metafísicos - de nascença.&#8221;
Da terra à lua,

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Isto não deve espantar ninguém: os ianques, esses primeiros mecânicos do Mundo, são engenheiros, como os italianos são músicos e os alemães metafísicos - de nascença.&#8221;</p>
<p>Da terra à lua,
</p>
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		<title>Da Terra à Lua.</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Aug 2007 04:11:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tiago</dc:creator>
		
		<category>índice</category>

		<category>da terra à lua</category>

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		<description><![CDATA[
Da Terra à Lua / Julio Verne
- São Paulo: Melhoramentos, 2005.
126 páginas.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="Da Terra à Lua." id="image33" src="http://www.sushi.st/cabeceira/wp-content/uploads/2007/08/1091_4.jpg" /></p>
<p>Da Terra à Lua / Julio Verne<br />
- São Paulo: Melhoramentos, 2005.<br />
126 páginas.
</p>
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		<title>Ama o desejo, não o desejado.</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Feb 2007 22:31:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tiago</dc:creator>
		
		<category>quando nietzsche chorou</category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Disseque suas motivações mais profundamente! Achará que jamais alguém fez algo totamente para os outros. Todas as ações são autodirigidas, todo serviço é auto-serviço, todo amor é amor-próprio. [&#8230;] Parece surpreso com esse comentário? Talvez esteja pensando naqueles que ama. Cave mais profundamente e descobrirá que não ama a eles: ama isso sim as sensações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Disseque suas motivações mais profundamente! Achará que jamais alguém fez algo totamente para os outros. Todas as ações são autodirigidas, todo serviço é auto-serviço, todo amor é amor-próprio. [&#8230;] Parece surpreso com esse comentário? Talvez esteja pensando naqueles que ama. Cave mais profundamente e descobrirá que não ama <em>a eles</em>: ama isso sim as sensações agradáveis que tal amor produz em você! Ama o desejo, não o desejado.&#8221;</p>
<p>Quando Nietzsche chorou, p. 151
</p>
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		<title>Sentimentos meigos.</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Feb 2007 22:20:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tiago</dc:creator>
		
		<category>quando nietzsche chorou</category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Em outra seção deste livro, ele diz que sentimos ódio por quem devassa nossos segredos e nos flagra com sentimentos meigos.&#8221;
Quando Nietzsche chorou, p. 122

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Em outra seção deste livro, ele diz que sentimos ódio por quem devassa nossos segredos e nos flagra com sentimentos meigos.&#8221;</p>
<p>Quando Nietzsche chorou, p. 122
</p>
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		<title>Três milímetros.</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Feb 2007 22:14:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tiago</dc:creator>
		
		<category>quando nietzsche chorou</category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Não, eu não estava pensando em escrever livros, mas em ler estes livros. Oh! A incessante labuta do intelectual, despejando todo este conhecimento para dentro do cérebro pela abertura de três milímetros da íris.&#8221;
Quando Nietzsche chorou, p. 58

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Não, eu não estava pensando em escrever livros, mas em ler estes livros. Oh! A incessante labuta do intelectual, despejando todo este conhecimento para dentro do cérebro pela abertura de três milímetros da íris.&#8221;</p>
<p>Quando Nietzsche chorou, p. 58
</p>
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		<title>De que estrelas caímos aqui um para o outro?</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Jan 2007 15:14:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tiago</dc:creator>
		
		<category>quando nietzsche chorou</category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Não obstante, havia nele algo de extraordinariamente irresistível. As primeiras palavras que me disse foram: &#8220;De que estrelas caímos aqui um para o outro?&#8221; Então, nós três começamos a conversar. E que conversa!&#8221;
Quando Nietzsche chorou, p. 33

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Não obstante, havia nele algo de extraordinariamente irresistível. As primeiras palavras que me disse foram: <em>&#8220;De que estrelas caímos aqui um para o outro?&#8221;</em> Então, nós três começamos a conversar. E que conversa!&#8221;</p>
<p>Quando Nietzsche chorou, p. 33
</p>
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		<title>Agonis.</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Jan 2007 15:12:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tiago</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[&#8220;Em sua filosofia, é atraído pelos gregos pré-socráticos, especialmente pelo conceito deles de agonis - a crença de que desenvolvemos dons naturais somente através da luta -, e desconfia profundamente da motivação de quem quer que renuncie à luta e alegue ser altruísta. Seu mentor nesses assuntos foi Schopenhauer. Ninguém deseja, acredita ele, ajudar os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Em sua filosofia, é atraído pelos gregos pré-socráticos, especialmente pelo conceito deles de<em> agonis</em> - a crença de que desenvolvemos dons naturais somente através da luta -, e desconfia profundamente da motivação de quem quer que renuncie à luta e alegue ser altruísta. Seu mentor nesses assuntos foi Schopenhauer. Ninguém deseja, acredita ele, ajudar os outros; pelo contrário, as pessoas desejam apenas dominar e aumentar seu próprio poder.&#8221;</p>
<p>Quando Nietzsche chorou, p. 30
</p>
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		<title>Auf Wiedersehen!</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Jan 2007 15:06:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tiago</dc:creator>
		
		<category>quando nietzsche chorou</category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Reduzi meus deveres a apenas um: perpetuar a minha liberdade. O casamento e seu séquito de possessão e ciúme escravizam o espírito. Eles jamais me dominarão. Espero, doutor Breuer, que chegue o tempo em que nem o homem, nem a mulher sejam tiranizados pelas fraquezas mútuas. &#8221;
Quando Nietzsche chorou, p. 23

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Reduzi meus deveres a apenas um: perpetuar a minha liberdade. O casamento e seu séquito de possessão e ciúme escravizam o espírito. Eles jamais me dominarão. Espero, doutor Breuer, que chegue o tempo em que nem o homem, nem a mulher sejam tiranizados pelas fraquezas mútuas. &#8221;</p>
<p>Quando Nietzsche chorou, p. 23
</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Quando Nietzsche chorou.</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jan 2007 14:28:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tiago</dc:creator>
		
		<category>índice</category>

		<category>quando nietzsche chorou</category>

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		<description><![CDATA[
Quando Nietzche chorou / Irvin D. Yalom.
- São Paulo: Ediouro, 2003.
407 páginas

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			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="Quando Nietzche chorou" id="image20" src="http://www.sushi.st/cabeceira/wp-content/uploads/2007/01/nietzsche.jpg" /></p>
<p>Quando Nietzche chorou / Irvin D. Yalom.<br />
- São Paulo: Ediouro, 2003.<br />
407 páginas
</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Apesar de tudo, ela se recuperou.</title>
		<link>http://www.sushi.st/cabeceira/?p=18</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Jan 2007 13:59:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tiago</dc:creator>
		
		<category>história do olho</category>

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		<description><![CDATA[&#8220;De forma geral, não me detenho muito nessas recordações. Passados tantos anos, já perderam o poder de me afetar: o tempo neutralizou-as. Só puderam recobrar vida[s] deformadas, irreconhecíveis e ganhando, no decorrer de sua transformação, um sentido obsceno.&#8221;
História do olho, p. 91

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;De forma geral, não me detenho muito nessas recordações. Passados tantos anos, já perderam o poder de me afetar: o tempo neutralizou-as. Só puderam recobrar vida[s] deformadas, irreconhecíveis e ganhando, no decorrer de sua transformação, um sentido obsceno.&#8221;</p>
<p>História do olho, p. 91
</p>
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		<title>Os prazeres da carne.</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Jan 2007 17:38:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tiago</dc:creator>
		
		<category>história do olho</category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Mas, desde então, não havia mais dúvidas: eu não gostava daquilo a que se chama &#8220;os prazeres da carne&#8221;, justamente por serem insossos. Gostava de tudo o que era tido por &#8220;sujo&#8221;. Não ficava satisfeito, muito pelo contrário, com a devassidão habitual, porque ela só contamina a devassidão e, afinal de contas, deixa intacta uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Mas, desde então, não havia mais dúvidas: eu não gostava daquilo a que se chama &#8220;os prazeres da carne&#8221;, justamente por serem insossos. Gostava de tudo o que era tido por &#8220;sujo&#8221;. Não ficava satisfeito, muito pelo contrário, com a devassidão habitual, porque ela só contamina a devassidão e, afinal de contas, deixa intacta uma essência elevada e perfeitamente pura. A devassidão que eu conheço não suja apenas o meu corpo e os meus pensamentos, mas tudo o que imagino em sua presença e, sobretudo, o universo estrelado&#8230;&#8221;</p>
<p>História do olho, p. 58
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Via Láctea.</title>
		<link>http://www.sushi.st/cabeceira/?p=16</link>
		<comments>http://www.sushi.st/cabeceira/?p=16#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 21 Jan 2007 17:34:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tiago</dc:creator>
		
		<category>história do olho</category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Deitei-me então na grama, o crânio apoiado numa pedra lisa e os olhos abertos sobre a Via Láctea, estranho rombo de esperma astral e de urina celeste cavado na caixa craniana das constelações.&#8221;
História do olho, p. 57

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Deitei-me então na grama, o crânio apoiado numa pedra lisa e os olhos abertos sobre a Via Láctea, estranho rombo de esperma astral e de urina celeste cavado na caixa craniana das constelações.&#8221;</p>
<p>História do olho, p. 57
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>História do olho.</title>
		<link>http://www.sushi.st/cabeceira/?p=13</link>
		<comments>http://www.sushi.st/cabeceira/?p=13#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 14 Jan 2007 15:44:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tiago</dc:creator>
		
		<category>índice</category>

		<category>história do olho</category>

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		<description><![CDATA[
História do olho / Georges Bataille.
- São Paulo: Cosac &#038; Naify, 2003.
135 páginas
Esse livro foi recomendação da Renata.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="image14" alt="historiaolho.jpg" src="http://www.sushi.st/cabeceira/wp-content/uploads/2007/01/historiaolho.jpg" /></p>
<p>História do olho / Georges Bataille.<br />
- São Paulo: Cosac &#038; Naify, 2003.<br />
135 páginas</p>
<p>Esse livro foi recomendação da Renata.
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Uma reserva de sonho contra tudo o que não é doce, sutil ou sereno.</title>
		<link>http://www.sushi.st/cabeceira/?p=11</link>
		<comments>http://www.sushi.st/cabeceira/?p=11#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 14 Jan 2007 15:28:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tiago</dc:creator>
		
		<category>eu receberia as piores notícias dos seus lindos...</category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Têm sido assim meus dias. Sou mais feliz que 97,6% da humanidade, nas contas do professor Schianberg. Faço parte de uma ínfima minoria, integrada por monges trapistas, alguns matemáticos, noviças abobadas e uns poucos artistas, gente conservada na calda da mansidão à custa de poesia ou barbitúricos. Um clube de dementes de categorias variadas, malucos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Têm sido assim meus dias. Sou mais feliz que 97,6% da humanidade, nas contas do professor Schianberg. Faço parte de uma ínfima minoria, integrada por monges trapistas, alguns matemáticos, noviças abobadas e uns poucos artistas, gente conservada na calda da mansidão à custa de poesia ou barbitúricos. Um clube de dementes de categorias variadas, malucos de diversos calibres. Gente esquisita, que vive alheia nas frestas da realidade. Só assim conseguem entregar-se por inteiro àquilo que consagraram como objeto de culto e devoção. Para viver num estado de excitação constante, confinados num território particular, incandescente, velado aos demais. Uma reserva de sonho contra tudo o que não é doce, sutil ou sereno. É o mais próximo da felicidade que podemos experimentar, sustenta Schianberg.<br />
Não sei que nome você daria a isso.<br />
Bem, não importa muito, chame do que quiser.</p>
<p>Eu chamo de amor.&#8221;</p>
<p>Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios, p. 229
</p>
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		<title>Estou esperando um filho seu, Cauby.</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Jan 2007 15:21:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tiago</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[&#8220;De repente, sem mais nem menos, Lavínia falou:
Estou esperando um filho seu, Cauby.
Alguém poderia escrever um manual sobre como se deve reagir a esse tipo de notícia, se as circunstâncias não forem favoráveis ao casal. Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios. Seria bastante útil para homens como eu.&#8221;
Eu receberia as piores notícias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;De repente, sem mais nem menos, Lavínia falou:<br />
Estou esperando um filho seu, Cauby.<br />
Alguém poderia escrever um manual sobre como se deve reagir a esse tipo de notícia, se as circunstâncias não forem favoráveis ao casal. <em>Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios.</em> Seria bastante útil para homens como eu.&#8221;</p>
<p>Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios, p. 183
</p>
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		<title>Eu me perdôo por todas as lutas que a vida venceu por pontos.</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Jan 2007 15:16:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tiago</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[&#8220;O que acontece é que, quando estou com você, eu me perdôo por todas as lutas que a vida venceu por pontos, e me esqueço completamente que a gente como eu, no fim, acaba saindo mais cedo de bares, de brigas e de amores para não pagar a conta. Isso eu poderia ter dito a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O que acontece é que, quando estou com você, eu me perdôo por todas as lutas que a vida venceu por pontos, e me esqueço completamente que a gente como eu, no fim, acaba saindo mais cedo de bares, de brigas e de amores para não pagar a conta. Isso eu poderia ter dito a ela. Mas não disse.&#8221;</p>
<p>Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios, p. 154
</p>
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		<title>Desfez a espuma, não o sonho.</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Jan 2007 15:12:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tiago</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[&#8220;Falei que estava planejando ir embora. Lavínia gritou do chuveiro:
O que você disse?
Entrei no banheiro e puxei a cortina de plástico. Ela ensaboava o corpo.
Tô pensando em ir embora daqui.
Pra onde?
Não sei ainda. Talvez eu volte para São Paulo.
Lavínia passou o sabonete entre as pernas, levantou um monte de espuma. E sonho.
O que foi, bateu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Falei que estava planejando ir embora. Lavínia gritou do chuveiro:<br />
O que você disse?<br />
Entrei no banheiro e puxei a cortina de plástico. Ela ensaboava o corpo.<br />
Tô pensando em ir embora daqui.<br />
Pra onde?<br />
Não sei ainda. Talvez eu volte para São Paulo.<br />
Lavínia passou o sabonete entre as pernas, levantou um monte de espuma. E sonho.<br />
O que foi, bateu saudade de casa?<br />
Não posso ficar aqui para sempre, tenho que dar um jeito na minha vida.<br />
Ela guiou o jato do chuveirinho para o púbis. Desfez a espuma, não o sonho.&#8221;</p>
<p>Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios, p. 133
</p>
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		<title>Eu afundaria todos os navios nesta noite.</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jan 2007 14:35:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tiago</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[&#8220;Estou relendo o trecho em que o professor Schianberg se ocupa da separação dos amantes. As transitórias e as irremediáveis.  Ele menciona um maluco norueguês que afundou um navio como oferenda pela volta da amada. O problema é que o navio não era dele, e deu cadeia. Eu afundaria todos os navios nesta noite, Lavínia. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Estou relendo o trecho em que o professor Schianberg se ocupa da separação dos amantes. As transitórias e as irremediáveis.  Ele menciona um maluco norueguês que afundou um navio como oferenda pela volta da amada. O problema é que o navio não era dele, e deu cadeia. Eu afundaria todos os navios nesta noite, Lavínia. Incendiaria o porto. Só para ver o brilho das chamas refletido nos seus olhos escuros.&#8221;</p>
<p>Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios, p. 18
</p>
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		<title>Ditado chinês.</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jan 2007 03:04:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tiago</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[&#8220;O segredo, dizia Chang, o china da loja, não é o descobrir o que as pessoas escondem, e sim entender o que elas mostram. Mas Chang está morto. Existe algo mais íntimo para exibir ao mundo do que as entranhas? Existe algo tão obsceno?&#8221;
Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios, p. 13

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O segredo, dizia Chang, o china da loja, não é o descobrir o que as pessoas escondem, e sim entender o que elas mostram. Mas Chang está morto. Existe algo mais íntimo para exibir ao mundo do que as entranhas? Existe algo tão obsceno?&#8221;</p>
<p>Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios, p. 13
</p>
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		<title>Poeira das estrelas.</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jan 2007 03:02:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tiago</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[&#8220;Queremos o que não podemos ter, diz o professor Schianberg, o mais obscuro filósofos do amor. É normal, saudável. O que diferencia uma pessoa de outra, ele acrescenta, é o quanto cada um quer o que não pode ter. Nossa ração de poeira das estrelas.&#8221;
Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios, p. 16.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Queremos o que não podemos ter, diz o professor Schianberg, o mais obscuro filósofos do amor. É normal, saudável. O que diferencia uma pessoa de outra, ele acrescenta, é o quanto cada um quer o que não pode ter. Nossa ração de poeira das estrelas.&#8221;</p>
<p>Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios, p. 16.
</p>
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		<title>Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios.</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jan 2007 02:49:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tiago</dc:creator>
		
		<category>índice</category>

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		<description><![CDATA[
Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios / Marçal Aquino.
- São Paulo: Companhia das letras, 2005.
229 páginas
Eu começo por esse. Ele que me fez não querer esquecer as pequenas identificações que impressionam quando eu começo a ler os mais queridos.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="image15" alt="Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios" src="http://www.sushi.st/cabeceira/wp-content/uploads/2007/01/fotoviewfullphp.jpg" /><br />
Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios / Marçal Aquino.<br />
- São Paulo: Companhia das letras, 2005.<br />
229 páginas</p>
<p>Eu começo por esse. Ele que me fez não querer esquecer as pequenas identificações que impressionam quando eu começo a ler os mais queridos.
</p>
]]></content:encoded>
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		<title>introdução</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jan 2007 01:37:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tiago</dc:creator>
		
		<category>índice</category>

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		<description><![CDATA[este blog é um arquivo pessoal de passagens dos livros que ando lendo. uma espécie de registro para não esquecer.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>este blog é um arquivo pessoal de passagens dos livros que ando lendo. uma espécie de registro para não esquecer.
</p>
]]></content:encoded>
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